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Mostrando postagens de setembro, 2026

"Morrendo e Aprendendo"

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  O humorista piauiense João Cláudio Moreno é amplamente conhecido por sua genialidade em contar causos, fazer imitações primorosas de grandes ícones da música (como Luiz Gonzaga e Caetano Veloso) e dar vida a personagens icônicos da cultura nordestina. O seu estilo resgata a comédia de costumes, baseada em conversas cotidianas, perrengues de família e histórias do interior.  As histórias que o humorista  João Cláudio Moreno conta sobre o seu avô retratam o clássico velho do interior: extremamente impaciente, briguento e teimoso , que achava defeito em tudo (até no que estava bom). Abaixo um dos causos mais famosos e absurdos que o humorista narra sobre ele: "Morrendo e Aprendendo" Esse é um dos desfechos mais bizarros e engraçados da comédia nordestina. O avô do humorista estava muito doente, com 88 anos , deitado em sua cama em Piripiri, já nos momentos finais antes de morrer. Pela tradição católica da região, quando uma pessoa está partindo, costuma-se colocar uma ve...

Para descontrair ... Xícara de chá

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  Um dia minha mãe saiu e deixou meu pai tomando conta de mim. Eu tinha uns dois anos e meio. Alguém tinha me dado um "jogo de chá" de presente e era um dos meus brinquedos favoritos. Papai estava na sala vendo o Jornal Nacional, quando eu trouxe para ele uma "xícara de chá", que na realidade era apenas água. Após várias xícaras de chá, onde recebia elogios entusiasmados do papai a cada xícara servida, minha mãe chegou.   Meu pai fez ela se sentar na sala, para me ver trazendo a ele uma xícara de chá, porque era "a coisa mais fofa do mundo!". Minha mãe esperou, e então, vinha eu pelo corredor com uma xícara de chá para o papai e ela viu ele beber todo o chá.   Então ela disse (apenas uma mãe saberia); "Passou pela sua mente que o único lugar que ela alcança água é na privada?"    Os pais não pensam igual às mães.....

O FRASCO DE MAIONESE E CAFÉ (Para Reflexão!)

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  O FRASCO DE MAIONESE E CAFÉ  Quando as coisas na vida parecem demasiado, quando 24 horas por dia não são suficientes...Lembre-se do frasco de maionese e do café.  Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de maionese e esvazia-o... tirou a maionese e encheu-o com bolas de golfe.  A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.  Então o professor pega numa caixa cheia de pedrinhas e mete-as no frasco de maionese. As pedrinhas encheram os espaços vazios entre as bolas de golfe.  O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.  Então...o professor pegou noutra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de maionese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o professor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime "Sim!". ...

"Existem mais coisas na vida além de dinheiro" - Campanha Memorável do Citibank (anos 2000)

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  Campanha publicitária do Citibank espalhada pela cidade de São Paulo através de Outdoors: A Campanha memorável do Citibank foi a "Live Richly" (no Brasil, "Existem mais coisas na vida além de dinheiro" ). Criada pela agência Fallon, ficou famosa por seus outdoors em São Paulo nos anos 2000. Em vez de focar em taxas de juros, a publicidade usava frases reflexivas como "Crie filhos em vez de herdeiros" e "Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela" "Crie filhos em vez de herdeiros." "Dinheiro só chama dinheiro, não chama para um cineminha, nem para tomar um sorvete." "Não deixe que o trabalho sobre sua mesa tampe a vista da janela." "Não é justo fazer declarações anuais ao Fisco e nenhuma para quem você ama." "Para cada almoço de negócios, faça um jantar à luz de velas." "Por que as semanas demoram tanto e os anos passam tão rapidinho?" "Quantas reuniões foram...

RECEITA DA DONA MARIA JILÓ

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  Dona "Maria Jiló" é uma senhora de 92 anos, miúda, e tão elegante, que todo dia às 08 da manhã ela já está toda vestida, bem penteada e discretamente maquiada, apesar de sua pouca visão. E hoje ela se mudou para uma casa de repouso: o marido, com quem ela viveu 70 anos, morreu recentemente, e não havia outra solução. Depois de esperar pacientemente por duas horas na sala de visitas, ela ainda deu um lindo sorriso quando a atendente veio dizer que seu quarto estava pronto. Enquanto ela manobrava o andador em direção ao elevador, dei uma descrição do seu minúsculo quartinho, inclusive das cortinas floridas que enfeitavam a janela. Ela me interrompeu com o entusiasmo de uma garotinha que acabou de ganhar um filhote de cachorrinho. - Ah, eu adoro essas cortinas... - Dona "Maria Jiló", a senhora ainda nem viu seu quarto... Espera um pouco... - Isto não tem nada a ver, ela respondeu, felicidade é algo que você decide por princípio. Se eu vou gostar ou não do meu quarto,...

Quem é esse tal de Mala Men?

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  O assunto da aula era medo. A professora começa perguntando... - Pedrinho, do que você tem mais medo? - Da mula-sem-cabeça, fessora. - Mas, Pedrinho, a mula-sem-cabeça não existe. É apenas uma lenda... Você não precisa ter medo. - Mariazinha, do que você tem mais medo? - Do saci-pererê, fessora. - Mariazinha,  o saci-pererê também não existe. É somente outra lenda... Você não precisa ter medo. - E você, Joãozinho? Do que tem mais medo? - Do Mala Men , fessora. - Mala Men? Nunca ouvi falar... Quem é esse tal de Mala Men? - Quem é eu também não sei, fessora. Mas toda noite  minha mãe diz na Oração: Não nos deixeis cair em tentação e  livrai-nos do Mala Men.

PUDIM (Por Martha Medeiros)

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  Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir Pudim de sobremesa, contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente um pedacinho minúsculo do meu pudim preferido. Uma só. Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa. Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um pudim bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação. O PUDIM é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano. A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade. A gente sai pra jantar, mas come pouco. Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons. Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de fácil). Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta. Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo,...